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FEV / 2027

CBAM: exportar para a UE passa a emitir fatura de carbono

A pegada de carbono do seu produto vira custo direto na fronteira europeia.

/ O que é

O CBAM é o mecanismo de ajuste de carbono na fronteira da União Europeia. Na prática, ele cobra dos importadores europeus um valor equivalente ao preço de carbono que um produtor europeu pagaria pelas mesmas emissões, para nivelar a concorrência e evitar que a produção migre para países com regra ambiental mais frouxa.

Não é exatamente um imposto: é a compra obrigatória de certificados atrelados ao preço de carbono do mercado europeu. O regime definitivo já está em vigor desde 01.01.2026. O momento que muda o jogo é fevereiro de 2027, quando começa a venda dos certificados e o custo passa a ser cobrado de fato, com a primeira entrega e declaração ainda em 2027. Vale para cimento, ferro e aço, alumínio, fertilizantes, eletricidade e hidrogênio.

/ Por que importa agora

O importador europeu paga o certificado, mas a conta desce a cadeia. Quem exporta aço, alumínio e outros produtos intensivos em carbono para a Europa precisa entregar dados de emissão verificados, senão o comprador aplica valores padrão, que são propositalmente altos. Resultado: produto com pegada de carbono mal documentada fica mais caro e menos competitivo na Europa.

Dois caminhos se abrem a partir daqui: medir e documentar emissão para reduzir o custo do certificado, e reduzir a emissão de fato, com energia limpa e eficiência, para pagar menos. Os dois exigem parceiro, tecnologia e capital agora, porque o efeito financeiro chega em 2027.

/ Onde a EcoFusion entra

A resposta ao CBAM não é uma coisa só, é uma combinação: quem mede, quem descarboniza, quem fornece energia limpa e quem financia. A EcoFusion reúne esses fornecedores e os compradores industriais nos hubs de Mercado de Carbono, Transição Energética, Infraestrutura e Finanças Verdes, com rodadas desenhadas para conectar quem tem o problema a quem tem a solução.

/ Quem precisa estar na sala

Exportadores de aço, alumínio, cimento e fertilizantes, indústrias intensivas em energia, fornecedores de medição e contabilidade de carbono, projetos de energia limpa e eficiência, e o capital que financia a descarbonização industrial.

"A fatura de carbono tem data para começar a chegar. O que ainda dá tempo de decidir é quem vai estar do seu lado quando ela chegar."

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